Ilha da aflição um (conto)

Estou em uma ilha deserta. Me lembro bem quando meus motores começaram a falhar, as asas balançavam como pendulo nas ondulações de uma turbulenta tempestade. Um jato de vento me levou ao mais Alto céu, raios de sol douravam o oceano de nuvens. Comecei a cair, perde a consciência quando acordei estava aqui em uma ilha deserta. Fiz uma barraca improvisada. Estava machucado, esperei ajuda más, ninguém veio. Existe algo místico e fantasmagórico que no momento em que você põe seus pés na área começa se alimentar de seu espírito. Meus ferimentos se curaram sozinhos enquanto eu esperava por ajuda más, ninguém veio. Essa ilha parece morta, suas árvores mudam de lugar e as colunas de nuvens que a cercam se fundem a neblina em alto mar. A areia é vermelha cheia de caveiras e ossos humanos. A única água doce e potável vem de uma pequena Lagoa do outro lado da ilha. Tem pedras aqui, às vezes elas falam em meio aos meus delírios por fome, solidão e frio. _ você tem que ir. _ todos os dias elas dizem isso incansavelmente. Meu corpo já é fraco, não posso nada em direção ao nada seria loucura fica? Eu não sei más tenho que ir. Aquelas pedras são os anseios do meu subconsciente por liberdade. diceram as rochas: a ilha vai afundar se você ficar vai morrer e se tornará como nós, caveiras em uma ilha fantasma, onde as almas nunca descansam e seus espíritos são pedras. Tive medo de sair, pois faz muito tempo que não vejo pessoas que não sejam resultados dos fantasma produzido por minha mente más, não podia ficar. Fiz uma jangada naveguei sozinho nos mares dias e dias, tempestades tentaram me deter. depois de dias remando navegando sem direção, meus suprimentos acabaram. Estava pronto pra morrer, fechei os olhos, senti a chuva no meu rosto, levantai a cabeça olhei e vi o horizonte a ilha fantasma pronta pra me receber, essa mensagem botei em uma garrafa e lancei ao mar se alguém achar lembre-se sempre _ a ilha fantasma vai esperar o próximo aventureiro pra ela tragar. Restou para mim, deitar nas areias vermelhos ao lado das caveiras que vou me tornar.

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A eterna procrastinação uma (crônica)

É comum começar alguma coisa, seja um poema, um livro, uma crônica. É mais comum ainda não terminar. É mais fácil começar um projeto e depois deixá-lo de mão. Isso porque assim que surgem dificuldades sejam elas técnicas ou pessoais, o caminho mais rápido é desistir e assumir que não consegue sem nem tentar. É assim em todas as áreas sejam elas literárias, engenharia e até mesmo coisas simples como arrumar o quarto ou terminar aquela fase do seu jogo favorito. Costumamos adiar tudo e esquecer o que poder ser esquecido. Uma ideia rapidamente é desestimulado pelo excesso de informações diversas. É assim a vida moderna de hoje. As pessoas vivem afogadas em um, mar de informação onde não da (tempo) para prestar atenção em suas próprias ideais ou sentimentos.

Dream um (conto)

O sol escondendo-se atrás do Horizonte, sombreado pelas grandes árvores de ipê nativo sul latino americano, no crepúsculo de uma pequena cidade rodeada por montes e florestas. Quando o céu tornou a fronte das nuvens Avermelhada no sobreano do meu quarto de hotel na pousada de São João no interior do estado, Deitei-me em minha cama um pouco cansado da mesma rotina, mergulhei em um sonho que não me faria pensar estar sonhando. Logo me vi trajado em vestes de um príncipe sobre uma terra sem dono, quem sabe um pedacinho do Paraíso roubado do éden? Não era mesmo de botar defeitos, pois, la estava minha eva, assim como deus deu um presente a Adão, ele também me abençoou. A minha linda mulher dos sonhos tinha belos cabelos lisos e longos. Seus olhos eram como o mar na sua paz e plenitude. O seu corpo como de uma bela Viola brasileira. Neste sonho contínuo, um moribundo como eu vive a plenitude de sua própria poesia, vive um dia de lua no Paraíso de deus. Não dava nem as horas no meu velho relógio. Em um constante mundo de fantasias que para o sonhador São reais. Caminhava ela em minha direção com passos macios sobre a grama verde e baixa sempre a dizer: _ venha comigo, desbravar! Aventura-se pelo paraíso. Levei minhas mãos até as suas e segurei meio afrouxelado para que não machucasse minha bela dama dos sonhos. Olhei seus belos olhos e sua boca como de um anjo. Maravilhado com tudo isso andávamos sobre o paraíso. Paramos perto de um lindo lago de águas esmeraldas. Tinha um barquinho para (dois) ancorado na margem em um porto. Entramos e vivemos nossa própria poesia audaciosa. Ainda ali mesmo naquele lugar Ao cair às sobras da noite, às águas transparentes se tornavam como espelhos, refletia a luz intensa das estrelas. Na claridade de um lugar onde a lua era a rainha do infinito paraíso de um sonhador moribundo, apaixonado pela beleza da criação do mais alto criador. Catava eu umas frutinhas amareladas embaixo de uma árvore de folha roseadas para dar aos peixes que as adorava como um manjar. Do meu lado minha a preferida a admirar o que eu estava fazendo. Estávamos com os pés mergulhados nas águas do rio, sentados sobre a margem. As águas esmeraldas davam destaque para a grama verde e a belezas da bela mulher. Ela soltou seu canto de lua como se fosse uma sereia daquelas da lenda dos pescadores. Ela aproximou seu rosto lindo e delicado do meu, seus olhos brilhavam e seu coração acelerado expandia uma paixão contagiante, ela disse: _ beije-me. Vivemos ali nosso amor surreal feito de fantasia das coisas perfeitas da vida de um ser racional. Ao retornar a minha velha vida normal, sem direito a uma despedida adequada com a luz do amanhecer resta dizer, vale sim apena sonhar. Nuca mais vi minha bela dama dos sonhos, porém, a cinto em meu coração e faço ela viver através da escrita de um roteiro de boas palavras da poesia que sinto.

O escritor uma (crônica)

Vejo imagens, ouço sons, sinto sabores. Vejo uma obra complexa, cheia de emoções e sentimentos novos. Personagem que fruem como a água dos rios, que vibram como as estrelas. sei quando vai ter fim. Eu sou onisciente, porém, nem um escritor pode escrever para sempre.

Um dia suas mãos caçam da máquina, sua vontade se vai com seu espírito. Ele dá vida a história, ele faz o mundo conhecer sua outra face. Ele viaja além do Horizonte visível, criar a magia sem que a ela possa percebe-lo. ele é um doador de sonhos.

o astronauta uma ( crônica)

Sou um astronauta, ou um marinheiro ? Um homem, ou o fantasma? Já não sei. Pela janela posso vês mares de estrela, minúsculos ponto reluzente brilhando em meio as trevas.

Verei brilhar um novo sol, um novo mundo. Banharei na sua luz e serei purificado. Vejo agora pela janela esperança. Quem sabe amanhã chego em casa? Não sei de serto o que vou encontrar más, a luz é uma certeza que não pode escapar.

todos tão em estado de hibernação. Eu sou o responsável que garante a chegada de dez mil colonos. Minhas responsabilidades impedem que a solidão me enlouqueça. Hoje é o dia trezentos, primeiro de muitos dias de uma jornada de 10 anos!